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radiowebmidia, 04/11/2019 11h01

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CCMCMCMA campanha “Novembro Azul” iniciou e a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) tem como estratégia principal a conscientização sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce da doenças que atingem o homem rondoniense.

Em Rondônia, há três anos que o infarto agudo do miocárdio e a hemorragia intracerebral são as principais causas de morte na população masculina de 50  a 59 anos. Em segundo lugar aparecem as neoplasias (tumores), sendo a principal delas o câncer de estômago, seguido do câncer de fígado. O câncer de próstata aparece em 9º lugar, de acordo com dados da Agência de Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa).

De janeiro até setembro deste ano; 174 homens morreram devido a problemas cardiovasculares no Estado.

O médico cardilogista, Raitany Almeida, explica que as doenças cardiovasculares, tanto o infarto como o acidente vascular cerebral (AVC) tem relação direta com a: hipertensão arterial, diabetes e colesterol alto.


aposentado James de Queiroz de 57 anos demorou a procurar atendimento

” Existem fatores de riscos classificados em não modificáveis e modificáveis, que definem aqueles que possuem maior risco para a doença. Se nós conseguirmos controlar estas três doenças, a pessoa tem diminuído os riscos de ter problemas como infarto ou um AVC. As vezes a pessoa tem pressão alta e não sabe, então é preciso procurar uma unidade básica de saúde para fazer a prevenção.”

O homem costuma demorar mais para procurar o serviço. Foi o que aconteceu com o aposentado James de Queiroz de 57 anos. ” Eu demorei muito pra procurar um médico, quando fui já descobri que tinha pressão alta e estava com os rins comprometidos, hoje estou fazendo o ecocardiograma para fazer um transplante”.

As chances de vida dependem do tipo de  infarto, que pode deixar sequelas ou ser fulminante. Entre os sintomas mais típicos estão: dor do lado esquerdo que irradia para o braço esquerdo e podendo sentir desconforto na região da mandíbula. Algumas pessoas tem vômito e falta de ar. Neste caso é preciso procurar um atendimento médico de emergência e urgência.

” O que é importante ressaltar é que, mesmo não sentindo nada, a pessoa precisa fazer os exames anuais para checar todos os fatores de risco, são simples e estão disponíveis na rede básica de saúde. Outra medida importante de prevenção é a prática de atividade física, aquela caminha de meia hora por dia, e não fumar”, explica o médico.


Fonte: MS/SVS/DASIS – Sistema de Mortalidade – SIM/Acidente Vascular Cerebral – AVC

O AVC  é a segunda causa de incapacidade em que o paciente não retorna ao trabalho no Brasil, explica a neurologista clínica, Marisa Marques de Oliveira, que atende na Policlínica Oswaldo Cruz, em Porto Velho.

“A gente sabe que o AVC é sempre secundário a alguma doença que o paciente tem e não trata adequadamente, a hipertensão e diabete Mellituss, lógico que existem os fatores em que não podemos modificar como idade e a predisposição, sendo a maioria modificáveis relacionada aos hábitos como sedentarismo, má alimentação e tabagismo”.

De acordo com a médica, quando o paciente chega para a consulta, muitas vezes está com hipertensão de classe dois pra três ou, até mesmo, já teve algum AVC com comprometimento de força e locomoção.


O Acidente Vascular Cerebral é a segunda causa de incapacidade em que o paciente não retorna ao trabalho no Brasil

Entre os sintomas estão a perda de força ou sensibilidade, e quando é extenso, muitas vezes o paciente não mais recupera a capacidade, podendo até mesmo ficar cadeirante.

Existem dois tipos de acidente vascular cerebral; o isquêmico, quando uma artéria no cérebro é obstruída, muito  relacionado as doenças de base. E o AVC  hemorrágico, é causado pela ruptura de um vaso sanguíneo, mais relacionado a outros fatores com má formação ou aneurisma.

O programa acompanha todos os pacientes hipertensos e diabéticos a fim de que através do cuidado especial consigamos fazer um controle das doenças e garantir uma melhor qualidade de vida aos pacientes. Quem tem hipertensão arterial e diabéticos pode procurar a unidade básica de saúde mais próxima de sua residência para fazer o cadastramento e retirar suas medicações de acordo com os critérios do Ministério da Saúde.

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