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Número de casos de sarampo no 1º semestre é o mais alto em 13 anos, diz OMS

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g1, 12/08/2019 13h23

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O número de casos de sarampo registrados nos seis primeiros meses deste ano em todo o mundo é o mais alto desde 2006. A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou nesta segunda-feira (12) um relatório preliminar apontando que a incidência da doença triplicou em relação ao mesmo período do ano anterior.

O número de casos de sarampo vem aumentando desde 2016, de acordo com a organização. A OMS lista República Democrática do Congo, Ucrânia e Madagascar como os países que mais registraram casos da doença em 2019.

O relatório destaca também a eficácia das vacinas para controlar os surtos de sarampo que nos últimos meses atingiram Angola, Camarões, Chade, Cazaquistão, Nigéria, Filipinas, Sudão do Sul, Sudão e Tailândia.

"O sarampo é quase totalmente evitável com duas doses da vacina, que é altamente eficaz e segura. São necessárias altas taxas de cobertura vacinal, por volta de 95% do país e das comunidades, para garantir que o sarampo não seja capaz de se espalhar."
 
 

Infectologista tira dúvidas sobre o sarampo

Surto de sarampo no BrasiEntre 5 de maio e 3 de agosto, 907 casos de sarampo foram confirmados no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde. Os casos estão concentrados em três estados: São Paulo (901), Rio de Janeiro (5) e Bahia (1).

A epidemia de sarampo é um fenômeno global. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) mostram que, em 2017, a doença foi responsável por 110 mil mortes.

Este ano, ainda segundo as entidades, casos notificados no mundo cresceram 300% nos primeiros três meses em comparação com o mesmo período de 2018.

O Brasil, diz o Ministério da Saúde, vinha de um histórico de não registrar casos autóctones (adquiridos dentro do país) desde o ano 2000 - entre 2013 e 2015, ocorreram dois surtos, um no Ceará e outro em Pernambuco, a partir de casos importados.

Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar  — Foto: Infografia: Karina Almeida/G1 Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar  — Foto: Infografia: Karina Almeida/G1

Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar — Foto: Infografia: Karina Almeida/G1

Quais são os sintomas do sarampo?

Os primeiros sintomas do sarampo são febre alta que dura por volta de uma semana e manchas avermelhadas na pele. Os sintomas aparecem entre 10 e 12 dias após o contato com o vírus e podem vir acompanhados de tosse persistente, irritação ocular, coriza e congestão nasal.

 

Há tratamento contra o sarampo?

Não existe tratamento específico para o sarampo. Para os casos sem complicação, é importante manter uma boa hidratação, suporte nutricional e diminuir a hipertermia. Quando o quadro se agrava e surgem, por exemplo, diarreia, pneumonia e otite média, essas situações devem ser tratadas, normalmente, com o uso de antibioticoterapia.

No caso de crianças acometidas pela enfermidade, a OMS recomenda a administração de vitamina A, a fim de reduzir a ocorrência de casos graves e fatais.

O número de casos de sarampo registrados nos seis primeiros meses deste ano em todo o mundo é o mais alto desde 2006. A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou nesta segunda-feira (12) um relatório preliminar apontando que a incidência da doença triplicou em relação ao mesmo período do ano anterior.

O número de casos de sarampo vem aumentando desde 2016, de acordo com a organização. A OMS lista República Democrática do Congo, Ucrânia e Madagascar como os países que mais registraram casos da doença em 2019.

O relatório destaca também a eficácia das vacinas para controlar os surtos de sarampo que nos últimos meses atingiram Angola, Camarões, Chade, Cazaquistão, Nigéria, Filipinas, Sudão do Sul, Sudão e Tailândia.

"O sarampo é quase totalmente evitável com duas doses da vacina, que é altamente eficaz e segura. São necessárias altas taxas de cobertura vacinal, por volta de 95% do país e das comunidades, para garantir que o sarampo não seja capaz de se espalhar."
 
Infectologista tira dúvidas sobre o sarampo

Infectologista tira dúvidas sobre o sarampo

Surto de sarampo no Brasil

Entre 5 de maio e 3 de agosto, 907 casos de sarampo foram confirmados no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde. Os casos estão concentrados em três estados: São Paulo (901), Rio de Janeiro (5) e Bahia (1).

A epidemia de sarampo é um fenômeno global. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) mostram que, em 2017, a doença foi responsável por 110 mil mortes.

Este ano, ainda segundo as entidades, casos notificados no mundo cresceram 300% nos primeiros três meses em comparação com o mesmo período de 2018.

O Brasil, diz o Ministério da Saúde, vinha de um histórico de não registrar casos autóctones (adquiridos dentro do país) desde o ano 2000 - entre 2013 e 2015, ocorreram dois surtos, um no Ceará e outro em Pernambuco, a partir de casos importados.

Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar  — Foto: Infografia: Karina Almeida/G1 Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar  — Foto: Infografia: Karina Almeida/G1

Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar — Foto: Infografia: Karina Almeida/G1

Quais são os sintomas do sarampo?

Os primeiros sintomas do sarampo são febre alta que dura por volta de uma semana e manchas avermelhadas na pele. Os sintomas aparecem entre 10 e 12 dias após o contato com o vírus e podem vir acompanhados de tosse persistente, irritação ocular, coriza e congestão nasal.

 

Há tratamento contra o sarampo?

Não existe tratamento específico para o sarampo. Para os casos sem complicação, é importante manter uma boa hidratação, suporte nutricional e diminuir a hipertermia. Quando o quadro se agrava e surgem, por exemplo, diarreia, pneumonia e otite média, essas situações devem ser tratadas, normalmente, com o uso de antibioticoterapia.

No caso de crianças acometidas pela enfermidade, a OMS recomenda a administração de vitamina A, a fim de reduzir a ocorrência de casos graves e fatais.

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