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Instruções especiais

e que por isso, em Cristo, não há acepção de pessoas, não há escravo nem livre.

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Chamada/Norbert Lieth, 26/03/2018 22h35

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Na carta de Paulo à igreja em Colossos, Arquipo é lembrado e exortado em relação à sua responsabilidade. Isso serviu ao mesmo tempo de exortação para a igreja, para levar seu trabalho a sério, a apoiar e a aceitá-lo. Na carta pessoal para Filemom, no entanto, Arquipo é consolado, tal era a sabedoria com que Paulo agia! O fato de Paulo também ter mencionado a igreja, no versículo 2 da carta a Filemom, certamente foi um dos motivos pelo qual essa carta de cunho pessoal fosse incluída no cânone bíblico. Toda a igreja deveria receber orientação sobre o tratamento a ser dispensado a pecadores que se convertem. Ela também deveria ser orientada que se trata de uma restauração completa e que por isso, em Cristo, não há acepção de pessoas, não há escravo nem livre. No momento em que uma pessoa se converte, ela se torna um membro pleno da igreja de Deus e não deve ser isolada. Naturalmente existem diferenças quanto às ordenanças na igreja, mas não há distinção em relação à sua posição em Cristo. – E de repente toda a igreja estava envolvida com o “caso Onésimo”. O “caso Onésimo” deveria servir de precedente para a era da igreja. Certamente também nesse aspecto a sabedoria de Paulo teve um papel primordial. Por se tratar de uma igreja caseira, era necessário informá-los sobre a situação de Onésimo sem encobrir nada. Isso evitou segredos e comentários. Certamente a igreja deveria agir positivamente em relação a Filemom, apoiando-o e colaborando para que Onésimo novamente fosse reintegrado.

A bênção
“A vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo.” (Fm 3)

Com essa saudação abençoadora, Paulo novamente se torna um grande exemplo e vemos o que dominava em seu coração. As saudações iniciais de suas cartas não eram meros floreios, mas conscientes bênçãos enviadas. Bênção significa: “A dedicação de atos de bondade divina ao homem”. O melhor que nós podemos desejar ao nosso próximo é a graça e a paz de Deus, em Jesus. Quando escrevemos uma carta para alguém, apresentando-lhe uma solicitação, quando nos dirigimos a alguém para lhe falar ou exortá-lo, precisamos fazê-lo primordialmente com a intenção de abençoá-lo e que esse irmão ou irmã sejam completamente preenchidos com a graça e a paz de Deus, em Jesus. Creio que se nos dirigíssemos sempre ao nosso próximo com esse sentimento, certamente muita coisa estaria melhor. A graça é o favor divino que recebemos livremente. A paz é a consequência desse favor. Nessa ação salvadora, Deus Pai e o Filho estão plenamente unidos. Nos relacionamentos interpessoais deveríamos ter sempre presente diante de nós que Deus nos presenteou com sua graça e que Jesus nos conduziu a essa paz de Deus. — Norbert Lieth

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