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Barnabé: um homem de consolo

Em Efésios 4.23 lemos: ?Deixem que o Espírito renove seus pensamentos e atitudes? (NVT)

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Norbert Lieth/chamada, 03/01/2018 08h02

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Parte 1

A história de Barnabé começa com essas palavras: “José, um levita de Chipre a quem os apóstolos deram o nome de Barnabé, que significa ‘filho da consolação’...” (At 4.36). Não se trata de um maravilhoso testemunho? Esse homem, de fato, não se chamava Barnabé, mas José. No entanto, ele se destacou tanto com a sua fé, com o seu modo de agir perante as outras pessoas e com seu procedimento entre os irmãos da igreja que os apóstolos lhe deram o nome de Barnabé (filho da consolação).

Esse homem evidenciava claramente que algo ficou diferente nele, que algo se tornou novo, como está escrito em 2Coríntios 5.17: “Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!”. José recebeu o novo nome, Barnabé, porque era visível que Cristo agia em sua vida. Assim, ele se tornou um exemplo para o poder transformador do evangelho de Jesus Cristo. Ele também pode transformar e impregnar o nosso caráter e o nosso ser! No caso de Barnabé, não poderia ter sido esquecido aquilo que o Senhor havia operado em sua vida. Por meio do novo Barnabé, o “filho da consolação”, de algum modo se tornou visível o que estava arraigado nele e quem governava sua vida. Em Romanos 15.5 lemos: “Ora, o Deus da paciência e da consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus” (RA). Aqui lemos que o Eterno é o Deus da consolação. Em Barnabé ficou visível com quem ele mantinha íntima comunhão, isto é, com o Deus da consolação, por meio de Jesus Cristo.

Com sua vida, Barnabé representava uma carta aberta de Cristo. Ele vivia tão arraigado em Jesus e estava tão intimamente ligado ao Senhor que também estava unido no caráter de Cristo com a igreja, tanto que a Bíblia diz que ele “vendeu um campo que possuía, trouxe o dinheiro e o colocou aos pés dos apóstolos” (At 4.37). Que atitude altruísta e desprendida!

Aqui queremos nos colocar ao lado de Barnabé e refletir:

Que imagem eu transmito para minha igreja? As pessoas conseguem identificar em mim, e em minhas atitudes, que algo se renovou? Que Deus, por meio de Cristo, fez algo novo em mim? Que imagem transmitimos em nossa família, junto ao cônjuge, junto aos filhos e no local de trabalho ou no círculo familiar? Que nome receberíamos, que “apelido” nos dariam se fôssemos renomeados – algo positivo ou negativo? Eu sirvo de exemplo para o poder do evangelho de Jesus Cristo que a tudo transforma, assim como foi o caso de Barnabé? As pessoas conseguem enxergar onde estou arraigado, de quem e para quem eu vivo? Sou dominado pelos humores do cotidiano, pelas adversidades da vida ou pelo caráter de Jesus? Eu represento um fardo ou uma ajuda (consolação) para a minha igreja local, para o ambiente, ali onde Deus me colocou?

Em Efésios 4.23 lemos: “Deixem que o Espírito renove seus pensamentos e atitudes” (NVT) – como aconteceu com Barnabé! E nós nos questionamos: eu sou um Barnabé?

Em 2Coríntios 13.11 somos exortados: “... consolai-vos, sede do mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz estará convosco” (RA). Infelizmente, em nossa comunhão, não acontece com frequência que ficamos nos ferindo mutuamente quando apontamos coisas negativas? Muitas vezes convivemos tão mal uns com os outros porque nos retiramos do domínio do Espírito Santo. Por isso os laços da paz e do amor não conseguem nos envolver e nos falta a verdadeira unanimidade.

Barnabé nos demonstra como podemos atar os laços da paz e do amor, pois ele obedecia à Palavra: “... consolai-vos...”. Nós também nos achegamos ao nosso próximo e o incentivamos com palavras encorajadoras e de consolo? “... sede do mesmo parecer...” Nós acompanhamos os esforços dos demais membros da igreja quando se trata de preparar reuniões evangelísticas, manter comunhão em oração com eles e apoiar o ministério do pastor, dos anciãos, dos líderes dos jovens, dos professores de ensino bíblico, e assim por diante? “... vivei em paz...” Nós nos esforçamos para manter a paz com todos os irmãos? As palavras “Façam todo o possível para viver em paz com todos” (Rm 12.18) ainda estão gravadas em nossos corações? — Norbert Lieth

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